-Cinema-

LONGA-METRAGEM

  • Tão longe é aqui
    00h

    Eliza Capai
    A partir de memórias guardadas de uma longa viagem, uma carta é enviada para o futuro. Sozinha, longe de casa e às vésperas de completar 30 anos, uma brasileira parte em uma jornada pela África. Na carta para sua filha, ela conta dos encontros com mulheres que vivem em suas culturas e tempos.

 

CURTA-METRAGENS

18h às 20h: sessão de curtas + bate-papo com as diretoras Alice Riff, Livia Perez e Carol Rodrigues

  • Como se fosse da família
    Alice Riff
    Toda família de classe média brasileira tem ou teve alguém que é “como se fosse da família”. Neste filme, duas empregadas domésticas que passaram a vida trabalhando para uma família falam sobre trabalho, vínculos familiares, afeto e direitos.
  • Rabidanti
    Livia Perez
    Entre Cabo Verde e Brasil, as rabidantes produzem um movimento de intercâmbio econômico e cultural, graças à atividade que exercem: o comércio transatlântico de produtos. Georgina é uma rabidante que se tornou uma comerciante de sucesso. Apesar da infância pobre e do difícil começo, hoje ela possui quatro lojas na Ilha de Santiago, onde está a capital de Cabo Verde. Acompanhando esse movimento, o documentário Rabidanti aborda a jornada comercial destas mulheres e mostra o impacto e a influência que essa atividade exerce na realidade cotidiana de ambos países.
  • A boneca e o silêncio
    Carol Rodrigues
    Em “A boneca e o silêncio”, acompanhamos Marcela, uma menina de 14 anos que se torna dona de si e de seu corpo ao tomar a decisão de interromper uma gravidez indesejada.

 

01h30 às 06h: sessão de curtas + filme surpresa!.

  • Caixa d’água, qui-lombo é esse?
    Everlane Moraes
    O documentário “Caixa D’água: Qui-lombo é esse?” Relata, através de depoimentos de antigos moradores e de acervos fotográficos, a importância no âmbito cultural e histórico do bairro Getúlio Vargas localizado em Aracaju, capital de Sergipe. A ênfase é dada à cultura negra e à presença do negro escravo e seus descendentes, com o resgate de assuntos relacionados à sua origem, oralidade, localização geográfica e consciência de sua identidade racial, mostrando que, apesar dessa comunidade existir em uma área urbana, ainda mantém muitos aspectos da vida em quilombo dos antigos negros escravos do Brasil.
  • Evidências (primeira: tchauzinho)
    Tatiana Nascimento dos Santos
    O curta é um vídeo-poema que trabalha questões como a lesbianidade e a relação das mulheres com seus próprios corpos
  • Graça
    Anna Clara Peltier
    Graça é uma atleta de nado sincronizado que tenta superar o seu próprio corpo.
    Debaixo d’água, ela mergulha no seu mundo interior.
  • De profundis
    Isabela Cribari
    Deslocados para um novo local após a inundação da antiga cidade, devido à construção de uma hidrelétrica, os moradores de Itacuruba (PE), a 500 km de Recife, apresentam um índice de suicídios dez vezes maior do que a média nacional. A cineasta e psicanalista Isabela Cribari registrou suas vozes e um retrato das dores reprimidas.
  • Leva
    Juliana Vicente e Luiza Marques
    No coração de São Paulo pulsa o maior movimento de luta por moradia da América Latina. Famílias desabrigadas ocupam o edifício Mauá, um dentre muitos ocupados no centro da cidade. O documentário LEVA acompanha a vida de moradores da ocupação e apreende a revitalização dos espaços ociosos e a construção do coletivo como agente de transformação do indivíduo.
  • Mulheres invisíveis
    Bruna Provazi
    Mulheres Invisíveis apresenta, de forma super didática, uma das questões mais importantes para entender como se estrutura a desigualdade entre homens e mulheres: a divisão sexual do trabalho.
  • Nosso corpo nos pertence?
    Bruna Provazi
    O vídeo produzido pela SOF-Sempreviva Organização Feminista apresenta reflexões feministas sobre a mercantilização do corpo e da vida das mulheres, sobre a construção social da sexualidade e a prostituição. O vídeo foi produzido com apoio da Fundação Heinrich Böll Brasil

 

12h às 14h: sessão movimento + bate-papo com as diretoras Aline Sassahara e Julia Gimenes

  • Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres
    Aline Sassahara
    Entre os dias 8 e 18 de março de 2010 mulheres brasileiras mostraram, mais uma vez, sua força e organização. Sob o lema “Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres” cerca de três mil mulheres marcharam em média 12km durante dez dias entre as Campinas e São Paulo. A mobilização, que fez parte do calendário da 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres, reuniu mulheres vindas de todos os estados brasileiros, de diferentes raças, idades e origens e contou com uma importante jornada de formação feminista acentuando cada vez mais nossa presença entre as mulheres sindicalistas, jovens, rurais, urbanas e etc.
  • Feminismo em marcha
    Julia Gimenes
    Documentário feito a partir do 9º Encontro Internacional da Marcha Mundial das Mulheres, que aconteceu em agosto de 2013, em São Paulo.

 

16h às 17h: sessão de curtas

  • Cores e botas
    Juliana Vicente
    Joana tem um sonho comum a muitas meninas dos anos 80: ser Paquita. Sua família é bem sucedida e a apoia em seu sonho. Porém, Joana é negra, e nunca se viu uma paquita negra no programa da Xuxa.
  • Dois Riachos to Umeå
    Diretora Adriana Yañez
    Uma diretora de cada nacionalidade foi convidada a realizar um filme sobre uma passagem do futebol feminino em seu país. Dois Riachos to Umeå retrata o momento em que nossa estrela do futebol feminino Marta, deixa o Brasil e vai morar na Suécia, com 17 anos de idade
  • Severinas
    Eliza Capai
    Titulares do Bolsa Família, as sertanejas estão começando a transformar seus papéis na família e na sociedade do interior do Piauí e se libertando da servidão ao homem, milenar como a miséria.
  • Mulheres da esperança
    Gabi Moncau, Irene Maestro e Aline Borges
    A Ocupação Esperança resiste em Osasco desde 23 de agosto, com cerca de 500 famílias na luta por uma moradia digna. E uns dois meses depois que os barracos foram postos de pé, já começaram a acontecer as reuniões semanais das mulheres. Cansadas de violência, desigualdade política e de direitos, elas passaram a se organizar. O vídeo retrata um pouco das vidas e lutas dessas mulheres de e da Esperança.

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